quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Helix Hotel Zayed, Hotel com design inovador


Helix Hotel Zayed


O Helix Hotel Zayed, que será construído na baia de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, não tem andares como estamos acostumados a utilizar - em vez disso espirais em seções com um saca-rolhas, de cima para baixo.
O centro oco mantém os espaços interiores com ar e luz natural, enquanto que do lado de fora painéis feitos de polietileno 100% reciclável serão instalados no exterior do prédio e irão recolher energia tanto do sol como do vento..
Devido ao seu design único, cada quarto tem uma posição diferente.
Serviços e acomodações dignas das cinco estrelas que possui, conquistarão turistas para os 208 quartos e suítes. Parte do hotel flutuará sobre a água em um dos mais fantásticos projetos de engenharia já realizados no mundo.

Fonte : http://cabecadecuia.com/drops/search/?q=natura&pag=2













quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fontainebleau Hotel ganha banho de loja de US$ 1 bilhão











Ele já foi um dos hotéis mais famosos do mundo. Tanto que suas suítes e piscina serviram de locação para grandes produções hollywoodianas como “007 Contra Goldfinger” e “Scarface”. No último final de semana, o Fontainebleau Hotel, em Miami, reabriu suas portas todo repaginado. Mas com o mesmo glamour com que foi erguido, em 1954.
Mesmo sendo um clássico, o Fontainebleau passou por maus bocados na última década. Ficou obsoleto e foi, literalmente, atropelado pelos novos hotspots da cidade como o Delano e o Shore Club.
Agora, um ano e US$ 1 bilhão gastos na sua reforma, eis que ressurge o clássico. Seus 1.500 quartos ganharam décor ultramoderna, com equipamentos de conforto como plasmas de alta definição e iMacs à disposição dos hóspedes em cada suíte. Outra novidade são os sete restaurantes que serão inaugurados no seu interior.
Mas o que mais chama a atenção do novo Fontainebleau é o seu novíssimo spa. São dois andares, todo envidraçado, localizado em um anexo ao hotel. O Lapis Spa aposta seus tratamentos no poder revigorante e rejuvenescedor da água mineral, com banhos termais, por exemplo, oferecidos em 30 salas privativas.
Fontainebleau Hotel

Origem e Expansão da Hotelaria

Ninguém sabe precisar exatamente quando e como surgiu a atividade hoteleira no mundo. Mas , os indícios levam a crer que esta atividade tenha se iniciado em função da necessidade natural que os viajantes têm em procurar abrigo, apoio e alimentação durante suas viagens.De acordo com o livro Introdução a Turismo e Hotelaria, editado pelo SENAC- Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, a primeira notícia sobre a criação de um espaço destinado especificamente à hospedagem vem de alguns séculos antes da era cristã,quando na Grécia Antiga, no santuário de Olímpia, eram realizados os jogos olímpicos. Para esses eventos, foram construídos o estádio e o pódio, onde se homenageavam os vencedores e ficava a chama olímpica. Mais tarde, foram acrescentados os balneários e uma hospedaria, com cerca de 10 mil metros quadrados , com o objetivo de abrigar os visitantes. Essa hospedaria teria sido o primeiro hotel que se tem notícia.
Já as termas romanas, embora não se destinassem propriamente à hospedagem e sim ao lazer, dispunham de água quente, instalações de até 100 mil metros quadrados e cômodos para os usuários descansarem.Dependendo do status do cliente, esses aposentos podiam ser luxuosos e de grandes dimensões, ou mais simples, menores, até mesmo de uso coletivo, para as pessoas comuns.
A evolução da hotelaria sofreu grande influência dos gregos e especialmente dos romanos, que tendo sido ótimos construtores de estradas, propiciaram a expansão das viagens por todos os seus domínios e, conseqüentemente, o surgimento de abrigos para os viajantes. A Bretanha ,por exemplo, durante muitos séculos dominada por Roma, incorporou à sua cultura a arte de hospedar, e ao longo de suas estradas se multiplicavam as pousadas. Essa mesma tendência era comum a quase todos os países europeus, igualmente influenciados pelos romanos.
Como naquela época os meios de transportes não percorriam mais do que 60 quilômetros diários, as viagens quase sempre duravam alguns dias. Disso resultou o estímulo à criação das hospedarias que, em Roma, obedeciam a regras muito rígidas; por exemplo, um hoteleiro não poderia receber um hóspede que não tivesse uma carta assinada por uma autoridade, estivesse ele viajando a negócios ou a serviço do imperador.
Nas grandes e refinadas mansiones, amplos "hotéis" situados ao longo das principais vias, tais normas eram seguidas à risca, o que não acontecia nas pequenas pousadas que proliferavam nas redondezas das mansiones. Essas hospedarias eram muito numerosas e chegavam a dar nome a certas regiões e a alguns locais de entretenimento, como os circus.
A famosa Via Appia, por exemplo, era um local repleto de pequenas pousadas, ao tempo do Império Romano e naqueles estabelecimentos ocorria toda a sorte de orgias, crimes e desordens.
Essa época de intrigas políticas e intensa luta pelo poder, os magistrados mantinham essas pousadas sob vigilância, já que civis e militares, além dos funcionários dos correios, ali se hospedavam. Isso levava as autoridades a colocarem os donos de pousada em sua folha de pagamento, para que eles relatassem tudo que ouvissem de seus hóspedes. A lei obrigava a manter vigília à noite, visando à segurança dos hóspedes, de quem era obrigatório anotar os nomes, a procedência e a nacionalidade.Esse panorama continuou mais ou menos inalterado até o final da Idade Antiga. Com a queda do Império Romano, as estradas vieram a ser menos usadas, em razão da falta de segurança. Esse fato diminuiu o número de hóspedes, prejudicando seriamente as pousadas. Desse modo, a hospedagem passou a ser oferecida pelos monastérios e outras instituições religiosas, bem mais seguras e confiáveis.
De início um serviço informal, essa hospitalidade dispensada pelos religiosos tornou-se, mais tarde, uma atividade organizada, com a construção de quartos e refeitórios separados, e monges dedicados ao atendimento dos viajantes. Posteriormente, foram construídos prédios próximos aos monastérios, destinados exclusivamente aos hóspedes dando origem às pousadas.
Nesses abrigos, os hóspedes eram obrigados a cuidar da própria alimentação, da iluminação (velas, lampiões, etc) e das roupas de dormir. Além disso, os viajantes dependiam da boa vontade e da acolhida dos responsáveis pelas pousadas.
No século XII, as viagens na Europa voltavam a se tornar mais seguras, e rapidamente as hospedarias se estabeleceram ao longo das estradas. Aos poucos, diversos países implantavam leis e normas para regulamentar a atividade hoteleira, especialmente a França e a Inglaterra.
A França, por exemplo, já dispunha de leis reguladoras dos estabelecimentos e dos serviços hoteleiros no ano de 1254 (século XIII), enquanto na Inglaterra isso aconteceu em 1446 (século XV). No ano de 1514 (século XVI), os hoteleiros de Londres foram reconhecidos legalmente, passando de hostelers (hospedeiros) para innnholders (hoteleiros).
Em 1589, foi editado pelos ingleses o primeiro guia de viagens de que se tem notícia, definindo de modo claro os diferentes tipos de acomodações disponíveis para viajantes a negócio ou passeio.
No interior da Inglaterra, muitas pousadas se desenvolveram a partir dos monastérios que fechavam suas portas. Alguns modernos hotéis ingleses, sem dúvida, tiveram essa origem, a exemplo do New Inn, em Gloucester, e o George , em Glastonbury.
Em 1650 (século XVII), consolidou-se na Europa um meio de transporte que teve grande influência na expansão da hotelaria: as diligências, carruagens puxadas por cavalos.
Durante quase 200 anos, esses veículos circularam pelas estradas européias, garantindo um fluxo constante de hóspedes para as pousadas e hotéis. Convém notar que muitos serviços de diligências foram estabelecidos pelos próprios hoteleiros, que assim conseguiam assegurar clientela para seus estabelecimentos.
Até o fim da era das diligências, em torno do ano de 1840 - quando surgiram as ferrovias -, os terminais de trota e os estábulos ficavam instalados nas pousadas. Velhos estabelecimentos foram reformados ou reconstruídos, outros novos surgiram em estradas que levavam às capitais, devido ao intenso tráfego das diligências. Algumas das maiores pousadas daquele período foram projetadas especificamente para se integrar com esse meio de transporte, fazendo o papel de estação de chegadas e partidas. Dispunham de escritório de reservas e salas de espera; além disso, muitas dessas "estações "possibilitavam ao viajante fazer reservas e comprar passagens de diligências, de várias rotas, a partir da pousada --o Hotel Royal, na Inglaterra, por exemplo, tinha um total de 23 linhas.
Com a chegada das ferrovias, as diligências praticamente desapareceram, e a rede hoteleira que delas dependia sofreu um golpe rude, já que as ferrovias eram um meio de transporte muito mais rápido, o que resultava em viagens de menor duração. Muitos hoteleiros não conseguiram se adaptar aos novos tempos, já que estavam habituados com determinadas regras de hospedagem.
Dessa maneira, muitos hotéis fecharam suas portas ou reduziram seu tamanho, enquanto outros estabelecimentos conseguiram acompanhar as novas regras e se ambientar com o novo meio de transporte. Novos hotéis foram construídos, próximos às estações ferroviárias, a exemplo de Euston, em Londres.
No final do século XIX., os hóspedes tinham se tornado mais exigentes e surgiram então hotéis de grande luxo, como os famosos Savoy, Ritz, Claridge, Carlton e outros, acompanhando a tendência dos fabulosos trens e navios de passageiros da época.
O ano de 1872 trouxe uma novidade: a primeira viagem turística em grupo, organizada por Thomas Cook. ''
Bibliografia : Texto extraído do livro "Introdução a Turismo e hotelaria
Editores Responsáveis:Maria Helena arreto GonçalvesSonia Kritz
Pesquisa de Conteúdo:Luiz Cláudio de A . Menescal Campos
SENAC -Serviço Nacional de Aprendizagem ComercialEditora Senac Nacional -1998email: senacnet@senac.brWebsite: www.senac.brTel: (21) 537-1169

HOTEL 7 ESTRELAS - DUBAI












Eu acho que Dubai já é uma das cidades mais sofisticadas do mundo, pelo menos quando o assunto são hotéis ela está na frente das demais. O suntuoso hotel 7 estrelas terá 28 andares, 2 florestas, spa, galeria de arte e um restaurante abaixo do nível do mar. O Aperiron será erguido a 300m da costa de Dubai e o acesso será somente por barco ou helicóptero.

Hotel Death Star!












O
projeto do Hotel Full Moon lembra muito a Estrela da Morte de Star Wars, pelo menos pelo ângulo da perspectiva acima. Ele tem o tem o formato de um disco com lados arredondados e um buraco em um dos cantos superiores, e de lado fica com uma aparência bem diferente.
O projeto do Hotel Full Moon foi criado pela empresa Heerim Architects para a cidade de Bakul, capital do Azerbaijão. Além do Full Moon, eles também tem outro belo projeto para a cidade, o Hotel Crescent, mas eu ainda prefiro o primeiro, por motivos óbvios!
Conheça outros projetos incríveis de arquitetura aqui no Digital Drops.
Via Star Wars Blog e SkyscraperNews.







HOTÉIS FAMOSOS














Nestes tempos de economia em frangalhos, os hotéis de luxo que se destacam são aqueles que têm alguma idéia original, que oferecem um mimo único e inesperado. O hotel Four Seasons

George V, por exemplo, acertou em cheio ao lançar seu novo serviço de limusine.
Ao invés de comprar um carrão preto qualquer, o hotel encomendou uma Rolls Royce Phantom customizada pela Hermès. “O objetivo foi convocar duas das melhores marcas de luxo do mundo para colaborarem nesse projeto”, diz o diretor geral do hotel, Christopher Norton.
Por fora, o Rolls ganhou roupagem cinza, em dois tons. Por dentro, o couro foi tingido de cinza ligeiramente esverdeado. Volante e parte do painel foram revestidos do clássico couro bege quase alaranjado que é sinônimo da Hermès.
A grife francesa também fez casacos de couro de cabra e almofadas e mantas de mohair combinando com o carro, para os hóspedes usarem em dias mais frios.
O teto solar do Rolls foi incrustado com 800 micro-luzinhas, para dar um clima romântico aos passeios noturnos. O carro, com motorista, custa 38 mil euros por dia – ou 750 euros só para buscar os hóspedes no aeroporto.
Four Seasons Hotel George V31 avenue George V, ParisTel. 33 1 49 52 70 76http://www.fourseasons.com/